A tirinha da Niara é publicada nas sextas-feiras.
🤓 Estudo inédito da Fundação Getúlio Vargas desmonta um velho mito: a Lei Rouanet não “tira” dinheiro do Estado. Pelo contrário. A cada R$ 1 investido, R$ 7,59 retornam à economia e à sociedade. Matemática simples, resultado incontestável — e a prova de que imposto, quando bem aplicado, é instrumento de desenvolvimento.
💰 Só em 2024, os projetos apoiados movimentaram R$ 25,7 bilhões, geraram ou mantiveram 228 mil empregos e arrecadaram R$ 3,9 bilhões em tributos — mais do que os pouco mais de R$ 3 bilhões da renúncia fiscal. O caixa fecha, sobra e ainda mostra a força da economia criativa.
🏆 Antes de seguir nos dados, vale comemorar: dois Globos de Ouro para Wagner Moura e para o filme O Agente Secreto. Palmas merecidas!👏🏽
☝🏼 E uma explicação necessária, para evitar fake news: o filme não utilizou recursos da Lei Rouanet. Simplesmente porque a lei não financia longas-metragens de ficção — nunca financiou.
🎬 A produção de filmes desse tipo é apoiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), gerido pela Ancine, com recursos públicos e privados repassados via editais. Ponto final, assunto elucidado.
🏛️ Criada em 1991, a Lei Rouanet é o principal mecanismo federal de incentivo à cultura, permitindo que pessoas físicas e jurídicas destinem parte do Imposto de Renda a projetos aprovados pelo Ministério da Cultura.
🎭 E ela não atua sozinha: leis como a do Audiovisual, a Aldir Blanc e a Paulo Gustavo, além de fundos estaduais e municipais, mantêm a cultura pulsando na veia do país.
✅ Os dados falam por si: cultura gera trabalho, paga imposto, movimenta a economia e projeta o talento brasileiro Brasil adentro e mundo afora. Por isso, quando nossa gente sobe ao pódio, o país inteiro vibra junto!
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