As tirinhas da Niara são publicadas nas sextas-feiras
FASCISMO: A BLINDAGEM DOS SUPER-RICOS
Salve! Deixa eu te falar uma coisa sem rodeio.
O fascismo não acabou, não — se atualizou, e o neofascismo veste nova cara, mas segue servindo aos super-ricos, sendo o mesmo projeto agora em escala global.
Isso não é exagero: é mecanismo do capitalismo, que precisa da desigualdade pra funcionar — na renda, na raça, no gênero e no território.
É barbárie com método, que organiza o ódio, destrói direitos e transforma a vida em lucro.
Com dinheiro, mídia e algoritmo, espalha medo e desinformação e divide quem deveria lutar junto.
Organiza o poder para manter tudo no topo e reprimir a resistência.
O plano é “simples”: trabalhar mais, ganhar menos, sem direitos — tudo uberizado, sem sindicato e sem proteção — precarização vendida como liberdade.
A ultra direita é a forma que isso assume, com racismo, misoginia e colonialismo operando como violência de controle.
Ataca a escola, os direitos e a organização popular, porque consciência incomoda quem lucra com a exploração.
E a guerra também entra nessa lógica, como instrumento do capitalismo em crise — via imperialismo (como os EUA), disputa por recursos como petróleo, água e terras raras, e ataque a quem enfrenta a desigualdade.
Se a desigualdade não é enfrentada, o fascismo volta — sempre volta e sempre protegendo o topo.
Mas tem resposta, e ela já está acontecendo: em Porto Alegre, a 1ª Conferência Internacional Antifascista e pela Soberania dos Povos reúne gente do mundo todo para organizar a luta — combater, resistir, avançar e vencer.
É luta global com resposta global.
Ser antifascista hoje é prática: ser antirracista, feminista, contra o colonialismo e contra um sistema que coloca o lucro acima da vida.
Então é direto: tributar os super-ricos é o começo, organizar o povo é o caminho e mudar o sistema é o objetivo.
Junte-se a nós!
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