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Em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade e pela valorização da carreira docente, dirigentes da ADUFRGS-Sindical e do PROIFES-Federação reforçaram a Marcha da Classe Trabalhadora, na quarta-feira (15/04), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Liderada pela CUT e CNTE, a manifestação reuniu milhares de pessoas de diversos segmentos e entidades sindicais.
A ADUFRGS-Sindical foi representada pelo seu presidente e diretor Tesoureiro do PROIFES-Federação, Jairo Bolter, a diretora 1ª Secretária Débora Coelho, a professora filiada Caroline Silva, e o diretor 1º Tesoureiro, Paulo Artur Xavier.
“Nós dos PROIFES-Federação trabalhamos juntos às universidades públicas e institutos federais para que tenhamos mais qualidade na educação. Junto à CUT e à CNTE construímos a luta da classe trabalhadora, mas priorizamos questões importantes para a sociedade brasileira, que é a defesa da democracia e das instituições e do fortalecimento do estado. Acreditamos que a educação pública, gratuita e de qualidade é o caminho mais rápido para o desenvolvimento sustentável e para a soberania do Brasil. Junto aos trabalhadores do serviço público, privado, do campo e da cidade seguiremos nessa luta”, declarou Jairo Bolter, presidente da ADUFRGS-Sindical.





Durante o trajeto do Teatro Nacional até o Congresso, os professores e professoras marcharam com suas tradicionais sombrinhas brancas do PROIFES, defendendo as pautas da categoria docente. Os sindicalistas destacaram conquistas recentes, como a negociação salarial dos docentes da Rede Federal, com o pagamento da última parcela do reajuste neste mês de abril e a sanção do Plano Nacional de Educação (PNE).
O professor Jailson Alves, diretor de Comunicação do PROIFES, afirmou que a entidade também apoia o fim da escala 6×1, pauta de destaque que tramita no Congresso Nacional em regime de urgência, mas lembrou que os trabalhadores precisam estabelecer, de maneira firme, qual é o regime que consideram ideal:
“A 5×2 é a escala que o PROIFES-Federação defende para os trabalhadores brasileiros, e com uma jornada semanal de 40 horas, sem redução salarial”, afirmou.
Confira as principais pautas e reivindicações da Marcha da Classe Trabalhadora:
Fim da Escala 6×1: Luta pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial, visando a melhoria da saúde física e mental dos trabalhadores.
Regulamentação da Convenção 151 da OIT: Garantia do direito à negociação coletiva para servidores públicos das esferas municipal, estadual e federal.
Trabalho por Aplicativos: Regulamentação das condições de trabalho para profissionais de plataformas digitais.
Combate à Precarização: Medidas contra a “pejotização” e o fortalecimento de políticas de pleno emprego e melhores salários.
Justiça Social e Direitos: Combate ao feminicídio, defesa do serviço público de qualidade, reestruturação de carreiras e valorização das aposentadorias.
Educação e Saúde: Fortalecimento dos investimentos públicos e oposição a projetos que visem o desmonte dessas áreas.


Veja a fala do presidente da ADUFRGS-Sindical, Jairo Bolter:
Confira a fala do diretor de Comunicação do PROIFES-Federação, Jailson Alves:
