Tributar os super-ricos é colocar privilégios no paredão

As tirinhas da Niara são publicadas nas sextas-feiras

📺 Gente, até no Big Brother Brasil o país entrou no modo transparência: tributar os super-ricos virou pauta — e não dá mais para tratar como tabu.

🏠 Dentro da casa, a vencedora Ana Paula levou ao centro do jogo a taxação das grandes fortunas. Aqui fora, os números escancaram o tamanho do desafio: o Congresso Nacional funciona como um verdadeiro “clube de milionários”.

📊 Cerca de 18% dos deputados têm patrimônios acima de R$ 50 milhões, e 93% estão entre os 10% mais ricos do Brasil. Apenas 7% representam os 90% da população de menor renda.

🏛️ E são esses parlamentares que votam as regras do sistema tributário. Quem concentra riqueza decide se — e quanto — ela será tributada. Não é um detalhe técnico: é um conflito estrutural que ajuda a explicar por que o Brasil ainda cobra mais de quem tem menos e alivia quem tem muito.

📹 Se no reality cada movimento é vigiado, é hora de colocar a “Casa” legislativa sob as câmeras do interesse público. Porque justiça fiscal não é abstração — é decisão política concreta.

🗳️ Em 2026, o país vive sua final. Como no Big Brother Brasil, todo mundo acompanha, opina e vota. Mas aqui o resultado não é entretenimento: é o futuro do país.

📝 O roteiro está dado. Tributar os super-ricos não é punição — é condição para reduzir desigualdades e financiar o bem comum.

🚨 E, nesse jogo decisivo, a escolha é clara: quem deve ir para o paredão são os privilégios injustos.

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