Orelha, a violência e a exigência de Justiça

A tirinha da Niara é publicada nas sextas-feiras

🐾 Muita gente não consegue nem falar sobre o assassinato do cachorro Orelha. A dor é grande demais. A crueldade contra um animal dócil, cuidado pela comunidade, chocou o país e expôs uma barbárie que não pode ser relativizada. É um crime que exige limite civilizatório.

👥 O caso impõe perguntas urgentes. Onde estavam os pais? Onde está a responsabilidade sobre o que filhos fazem, consomem e naturalizam? A ausência abre espaço para o submundo das redes sociais, hoje sem regulação e sem responsabilização, onde a violência vira espetáculo e a crueldade se normaliza.

⚖️ O Brasil reage porque entende que isso é crime. Torturar e matar animais é crime, previsto na Lei nº 14.064/2020. Eles sabiam o que faziam, sabiam que era errado, sabiam que era ilegal. Ainda assim, agiram como se o dinheiro, o sobrenome, o endereço e a posição social fossem escudos contra qualquer consequência.

📢 A indignação nacional não pede vingança. Pede justiça. Pede um freio claro à lógica perversa que associa riqueza à impunidade e poder econômico à sensação de que tudo é permitido. Riqueza, crueldade e o teste da justiça se impõem agora como dilema público. A punição precisa existir — severa, exemplar e independente do tamanho da conta bancária.

🕯️ O país já conhece esse roteiro. Em 1997, jovens abastados mataram o indígena Galdino Jesus dos Santos, e a impunidade prevaleceu. O caso de Orelha exige que isso não se repita. Justiça não é privilégio: é um dever civilizatório.

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