Nota da ADUFRGS – Amazônia em chamas: sinal do momento brasileiro

Foto dos focos de incêndio divulgada pela NASA em 21/08.

Foto dos focos de incêndio divulgada pela NASA em 21/08.

A ADUFRGS-Sindical divulgou nesta quinta-feira, 22, uma nota na qual cobra ação do governo brasileiro em razão das queimadas na Amazônia.

Entre janeiro e o último dia 19 de agosto, houve no Brasil um aumento de 83% de queimadas em relação ao mesmo período de 2018, com 72.843 focos de incêndio até àquela data. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), responsável por monitorar o desmatamento com imagens de satélite e que chegou a ter os dados questionados pelo presidente Jair Bolsonaro.

O fogo se alastra, inclusive, sobre áreas de proteção ambiental e terras indígenas, e ganhou repercussão mundial após a fumaça vinda da Amazônia chegar a São Paulo esta semana.
Pelo twitter, nesta quinta- feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, denunciou a onda de queimadas. Ele convocou uma reunião com países do G7 para debater a questão.

“Nossa casa está pegando fogo. Literalmente. A Amazônia, pulmão do nosso planeta, que produz 20% do nosso oxigênio, está queimando. É uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir esta emergência nos dois dias”, diz Macron no Twitter.

Leia a nota da ADUFRGS-Sindical
Amazônia em chamas – sinal do momento brasileiro
As queimadas na Amazônia são o mais claro exemplo do lastimável momento pelo qual o Brasil passa. Enquanto sociedade, não podemos nos omitir.
É urgente e inadiável frear quem destrói esse patrimônio natural da humanidade. O governo brasileiro precisa agir e punir os criminosos que atearam fogo na nossa floresta. A Amazônia arde há 17 dias, a preocupação é mundial. A ADUFRGS-Sindical entra nessa luta e pede que os órgãos de controle cobrem imediatamente uma ação do governo brasileiro.



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