Nota Ensino Remoto Emergencial

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O Conselho de Representantes da ADUFRGS-Sindical, reunido na noite de hoje, dia vinte e três de julho de dois mil e vinte, discutiu a situação em que se encontra o debate sobre a implementação do Ensino Remoto Emergencial (ERE) no Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFRGS.

Há um mês a ADUFRGS-Sindical emitiu nota sobre este assunto. Um documento de fôlego para subsidiar os debates ora em andamento e que ainda virão foi elaborado no âmbito deste Conselho. Ademais, palestras e debates diversos foram promovidos para dar conta da complexidade dos assuntos e do contexto de pandemia.

Diante da postergação da decisão no CEPE, viemos a público expressar nossa opinião. A manutenção do Ensino Remoto Emergencial (ERE) como um instrumento de campanha eleitoral e por meio dele travar a luta interna é irresponsável e antirrepublicano. Ademais, estas posições são excludentes da maior parte da população, que são os mais de cinquenta por cento de cotistas da universidade.

Não é possível que esta situação perdure até setembro, outubro ou novembro; que se perca o semestre; que se deixe de atender dezenas de milhares de estudantes.

Não podemos deixar de implementar o ERE nos termos em que ele foi formulado de maneira colegiada, deliberada por uma ampla participação dentro da universidade. É tarefa crucial deste Sindicato e de todas e todos docentes comprometidos com o futuro da educação pública lutar pela sua aprovação.

Diretoria da ADUFRGS-Sindical
CR-ADUFRGS-Sindical



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