ADUFRGS-Sindical realiza live com Vitor Ramil em homenagem ao Dia dos Professores/as

No Dia dos Professores/as a ADUFRGS-Sindical deu um presente muito especial para seus associados: uma live com o cantor e compositor Vitor Ramil. A atração foi transmitida ao vivo pelos canais do YouTube e Facebook do Sindicato e integra a campanha do Sindicato que traz como slogan Professor pra quê?, valorizando a importância dos docentes para a formação dos cidadãos e cidadãs brasileiros/as, além de reforçar a luta em defesa da educação pública, inclusiva, gratuita e de qualidade para todos e todas.

Professores e professoras puderam desfrutar do seu dia, que caiu em uma sexta, com uma noite de música que contou com o rico repertório musical de Vitor Ramil. O show incluiu clássicos como Ramilonga e Noite de São João, além de Astronauta Lírico, Foi no mês que vem, Espaço, Labirinto, Loucos de Cara, entre outras.

Os diretores da ADUFRGS-Sindical também participaram da live, dirigindo-se aos/às colegas docentes. O primeiro a se pronunciar foi o presidente do Sindicato, professor Lúcio Vieira, que saudou os professores e apresentou o músico, sem esquecer de chamar a atenção para os problemas do país e a pandemia. “Lembrando que nós, professores, nunca deixamos de cumprir nosso papel como agentes públicos que têm a responsabilidade de promover a educação e a formação dos cidadãos”, lembrou o presidente, que também falou sobre a campanha ‘Professor pra quê?’, que visa chamar a atenção da sociedade para importância dos docentes.

O diretor de Assuntos Jurídicos, Eduardo da Silva, fez questão de marcar a importância de cada educador. “Neste dia, queremos dizer: professor, professora, cada um de vocês é muito importante para nós”, disse o professor.

César Bastos, diretor de Assuntos de Carreira do Magistério Superior, frisou que a decisão de ser professor e transmitir conhecimento não é uma tarefa fácil. “Exige muito esforço em formação, empenho, dedicação, cuidado, carinho, doação. Da mesma forma, a ADUFRGS-Sindical se dedica a cuidar e zelar por essa profissão tão valiosa. Professor pra quê? Pra fazer a diferença”, concluiu, dando lugar ao show de Vitor Ramil.

Após a apresentação do artista, o professor Eduardo Rolim, diretor Tesoureiro, lembrou que o professor é aquele que prepara o futuro, que trabalha para que os seus alunos venham a ser pessoas melhores um dia. “Essa é a maior função do professor: tornar os outros melhores”, refletiu o professor.

 Jairo Bolter, diretor de Relações Sindicais, parabenizou os professores por escolherem a profissão. “Precisamos estar juntos, unidos, para nos fortalecer na luta em defesa da educação pública e gratuita. Para salvar vidas e para formar cidadãos e jovens responsáveis e conscientes”, afirmou o diretor.

A diretora de Comunicação, Sônia Mara Ogiba, refletiu sobre a pergunta da campanha “Professor pra quê?” com uma homenagem a Paulo Freire e Antonieta de Barros. Ela relatou um episódio em que Paulo Freire esteve na UFRGS, em 1994, para receber o título doutor honoris causa, visita documentada pela ADUFRGS. “O professor se faz educador autêntico na medida em que é fiel ao seu tempo e seu espaço”, citou a professora, que também lembrou o pioneirismo de Antonieta de Barros, jornalista, primeira deputada negra do país, professora alfabetizadora, defensora da emancipação feminina, que comemorou pela primeira vez o Dia do Professor em 15 de outubro de 1948.

Maria de Lourdes Gomes, diretora de Carreira do EBTT, falou sobre a importância indiscutível do professor. “É indiscutível a importância para a formação de todos os tipos de profissionais e na construção de uma sociedade mais justa. Também deve ser ressaltada a sua importância no que se refere à pesquisa, a processos de inovação e práticas de atuação profissional”, encerrando com um agradecimento aos colegas que não deixaram de exercer a profissão mesmo com todas as incertezas políticas e sanitárias da pandemia.

A diretora Secretária, professora Luciana Boose, em sua homenagem, recordou que a democracia exige vigilância constante. “Mesmo quando os ataques à ciência e ao saber devastam a educação no Brasil, ameaçando seu futuro, lembremos que somos a chama que nunca se apaga. Professor pra quê? Pra resistir e libertar”, finalizou a professora.

 

Saiba mais sobre Vitor Ramil.